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Política

Não reeleger Lula, significa perda nas políticas sociais voltadas às classes menos privilegiadas

Por João Teixeira de Lima·6 de outubro de 2026·2 min de leitura

De 1989 (redemocratização) para cá, nenhum candidato a presidente da república do Brasil que saiu perdendo no primeiro turno, conseguiu se eleger no segundo. Porém, nesta eleição (2026), temos alguns aspectos importantes que podem acontecer essa virada a favor do Presidente Lula (PT). O primeiro deles é que também nunca houve uma diferença tão pequena entre Lula e Flávio, apenas 1.6%, ou seja, 47,03% para o senador e 45,16% para o Presidente Lula. Outro ponto, e muito importante é que, 2.300.798 eleitores votaram em branco (1.84%), 3.674.249 anularam o voto (2,93%), e 33.469.244 (21,08%) se abstiveram (deixaram de votar). Portanto, votarmos significa que essa virada é perfeitamente possível, até porque, o que está em jogo é a nossa democracia, soberania, justiça social, nosso futuro e o de nossas famílias. Não votarmos e não reelegermos o Presidente Lula poderá significar não a derrota dele, mas a derrota das classes menos privilegiadas que perderão os principais BENEFÍCIOS SOCIAIS, como:

Bolsa Família — transferência de renda para famílias de baixa renda. Em outubro de 2026, o valor mínimo passou para R$ 691 por família, com benefício médio estimado em R$ 777.

Pé-de-Meia — incentivo financeiro para estudantes de baixa renda matriculados no ensino médio público, destinado a estimular a permanência e a conclusão dos estudos.

Gás do Povo — benefício destinado a famílias de baixa renda para auxiliar na aquisição de gás de cozinha. O programa utiliza o CadÚnico como uma das bases para seleção.

Minha Casa, Minha Vida — programa habitacional que oferece subsídios e condições de financiamento para aquisição de moradia, especialmente para famílias de menor renda.

Farmácia Popular — oferece medicamentos e outros itens gratuitamente ou com subsídio, atendendo milhões de brasileiros.

BPC/LOAS — garante um salário mínimo mensal para idosos de 65 anos ou mais e pessoas com deficiência que atendam aos critérios de baixa renda.

Tarifa Social de Energia Elétrica — descontos e gratuidade dentro das regras estabelecidas para famílias de baixa renda inscritas no CadÚnico.

Auxílio-Inclusão — destinado à pessoa com deficiência que recebe ou recebeu BPC e ingressa no mercado de trabalho, desde que cumpra os requisitos.

Mais Médicos — ampliação do atendimento médico, especialmente em regiões com dificuldade de acesso a profissionais.

Brasil Sorridente — atendimento odontológico pelo SUS, incluindo prevenção, tratamento e assistência especializada.

Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) — compra alimentos produzidos pela agricultura familiar e os destina a pessoas e instituições em situação de vulnerabilidade.

Programa Cisternas — instalação de cisternas e acesso à água para famílias, principalmente em regiões do semiárido.

Bolsa Verde — pagamento a famílias de baixa renda que vivem em áreas de conservação ambiental e desenvolvem atividades sustentáveis.

Acredita no Primeiro Passo — programa voltado à inclusão produtiva, qualificação profissional, emprego e empreendedorismo para pessoas inscritas no CadÚnico.

Programa de Alimentação Escolar (PNAE) — alimentação oferecida aos estudantes da rede pública de educação.

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