O que disse o estadista torneiro mecânico na ONU

"Na América Latina e Caribe, a proximidade geográfica com a maior potência militar do mundo é inescapável. Sobretudo num contexto de recrudescimento de tentações hemogênicas. O Brasil não cabe no quintal de ninguém."
"Temos os minerais críticos e as terras raras de que o mundo precisa para realizar a transição energética. Nossas riquezas naturais pertencem ao povo brasileiro - e é em benefício dele que serão exploradas."
"Não vamos ceder às pressões de multinacionais que querem privatizar o nosso PIX, uma infraestrutura de pagamentos pública e gratuito que fez da inclusão financeira uma realidade para milhões de brasileiros."
"Os pilares do multiliteralismo estão sendo corroídos. A Organiação Mundial do Comércio respira por aparelhos. Quando os governos capitulam frente aos que usam tarifas como armas de coerção e chantagem, as consequências são nefastas."
Sob o olhar atento de uma cidadania plural e uma imprensa livre, não permitiremos que os inimigos da democracia, atentem contra vontade popular. A democracia brasileira pertence aos brasileiros."
"As pessoas estão cansadas de violência. Mas não vamos terceirizar a responsabilidade de defender nossas fronteiras e de garantir à população o direito de viver sem medo. Não precisamos de porta-aviões vigiando nossas águas. Precisamos de cooperação para estancar o fluxo de armas e de dinheiro que abastecem o crime. Esse é o espírito da proposta que entreguei pessoalmente ao Presidente dos Estados Unidos."



