Moradores em situação de rua só crescem em São Paulo

Afirmar que São Paulo é o Estado mais rico da Federação, isso é "chover no molhado". Afirmar ainda, que a cidade de São Paulo é a maior metrópole das Américas e a principal portência econômica da América Latina, com mais de 11,4 milhões de habitantes, possui a maior economia urbana da região e concentra cerca de 10% de todo Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil. Também é "chover no molhado". No entanto, afirmar que São Paulo também se destaca por concentrar a maior quantidade de pessoas em situação de rua, apesar do seu poder econômico é muito triste. E mais triste ainda, é que esse número só aumentou nos governos de Tarcísio Gomes de Freitas (Podemos), e Ricardo Luís Reis Nunes (MDB), governador e prefeito respectivamente. Para se ter uma ideia na capital paulista, segundo o cadÚnico em janeiro de 2025 eram 89.086, famílias cadastradas em situação de rua, em maio de 2025, 94.295, e em dezembro do mesmo ano 97.182. Já em junho de 2026, essa quantidade atingiu 103.526. A Prefeitura comandada pelo senhor Ricardo Nunes (MDB), sequer se preocupa em atualizar as estatísticas, o último censo é do ano de 2021, que registrava apenas 31.884 pessoas em situação de rua, conforme abaixo. Censo da Prefeitura de São Paulo (2021): identificou 31.884 pessoas em situação de rua, sendo 19.209 vivendo nas ruas e 12.675 acolhidas em serviços municipais. Esse ainda é o censo oficial mais recente divulgado pela Prefeitura. Cadastro Único (CadÚnico): por ser um registro administrativo atualizado continuamente, aponta números maiores. Em junho de 2026, havia 103.526 famílias cadastradas em situação de rua no município de São Paulo. Esse dado se refere a famílias cadastradas, e não ao total de pessoas, por isso não pode ser comparado diretamente com o censo da Prefeitura.
SEM NOVIDADE
É sabido, é público e notório, que essa dupla, assim como o seu mentor chefe, não gostam de pobre.



